ForumTrans

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #45 em: Outubro 19, 2015, 01:45:00 pm »
Comunhão de adquiridos: o que cônjuge compre com dinheiro dele é só dele

A decisão é do Supremo Tribunal de Justiça

O Supremo Tribunal de Justiça decidiu que podem ser bens próprios de um dos cônjuges, as aquisições efetuadas em regime de comunhão de adquiridos, caso se prove que o dinheiro utilizado pertencia exclusivamente a esse membro do casal.

Segundo uma nota do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) hoje divulgada, a decisão de uniformização de jurisprudência foi tomada em julgamento pleno das secções cíveis daquele tribunal superior.

Entende o STJ que, estando em causa apenas os interesses dos cônjuges, que não os de terceiros, a omissão quanto ao título de aquisição do bem, não impede que o cônjuge (casado em regime de comunhão de adquiridos) prove por qualquer meio, que o bem adquirido o foi apenas com dinheiro seu ou seus bens próprios.

Feita essa prova, o bem adquirido é próprio, não integrando a comunhão conjugal.

Segundo o STJ, o assunto, de "importante relevância social", estava a ser objecto de decisões judiciais divergentes, tendo agora sido decidido uniformizar jurisprudência que deve ser seguida pelos tribunais de primeira e segunda instâncias.

O acórdão proferido pelo STJ foi publicado na Série I do Diário da República de 13 de outubro.

http://www.dn.pt/portugal/interior/comu ... 42920.html

« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:39:56 am por lisboeta08 »
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #46 em: Outubro 23, 2015, 07:00:52 pm »
São estes os 51 maiores sites piratas que vão ficar bloqueados em Portugal

A Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC) já enviou para os operadores de telecomunicações uma lista com os 51 sites piratas que deverão ser bloqueados ao abrigo de um protocolo assinado no passado verão. A Exame Informática revela os sites bloqueados.

A IGAC enviou, no início desta semana, uma lista com os 51 sites que a Cabovisão, a Meo, a Nos e a Vodafone deverão bloquear por se dedicarem à disseminação de links que permitem aceder a vídeos, jogos, revistas ou música piratas. A notificação foi enviada no âmbito de um memorando de entendimento promovido pela secretaria de estado da cultura, que juntou a IGAC, representantes de operadores de telecomunicações, indústria do cinema, e associações de combate à pirataria.

A Exame Informática confirmou que a Nos e a Vodafone já foram notificadas. A Meo ainda não se pronunciou sobre o assunto ? mas é quase certo ter sido igualmente notificada no âmbito do memorando antipirataria assinado no final de julho. Na Web, há quem garanta que a Cabovisão já procedeu ao bloqueio dos sites.

De acordo com o memorando de entendimento assinado em julho, os operadores têm deverão proceder ao bloqueio dos sites piratas 15 dias depois de serem notificados. O que significa que, em breve, os sites piratas que constam nesta primeira notificação deverão ficar inacessíveis para quase todos acessos domésticos portugueses.

Ao que a Exame Informática apurou, os 51 sites visados foram selecionados tendo em conta a popularidade, o número de visitas e os repositórios de ficheiros piratas que disponibilizam. Entre os endereços mais sonantes encontram-se o Tugaflix, o Toppt, o Ratotv, o Torrentreactor, o Tuga.io, os Reformados.com, Moov7 e endereços sucedâneos Pirate Bay.

Cientes desta investida, vários sites visados pelo bloqueio já começaram a aconselhar os internautas para que recorram a mecanismos que permitem contornar os filtros técnicos aplicados pelos operadores de telecomunicações.
...
http://exameinformatica.sapo.pt/noticia ... m-Portugal
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnolog ... id=4851892

« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:40:10 am por lisboeta08 »
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #47 em: Outubro 25, 2015, 11:17:25 pm »
Economista sugere que chineses pobres partilhem mulheres

Um professor de Economia sugeriu que os chineses mais pobres partilhem as suas mulheres, prevendo que, no futuro, apenas os homens mais ricos tenham facilidade em encontrar uma companheira.

Na China, nascem 118 meninos por cada 100 meninas e, segundo estudos académicos citados pela BBC, em 2020, haverá entre 30 a 40 milhões de homens sem uma companheira.

Para o economista Xie Zuoshi, da Universidade de Zhejiang, a solução para este desequílibro entre géneros passa pela partilha de mulheres nas comunidades mais pobres do país.

Na sua perspetiva, o movimento de mulheres desde as zonas rurais para as grandes cidades favorece os homens com mais poder económico e prejudica os que ficam nos meios empobrecidos, quando chega a hora de arranjar uma companheira.

"Não se trata de um devaneio meu. Em áreas remotas e pobres já há casos de irmãos que se casam com a mesma esposa e vivem em harmonia", diz o economista, num estudo publicado na semana passada e avançado este sábado pela BBC.

A divulgação do estudo na Comunicação Social chinesa gerou a indignação de várias mulheres, especialmente, ativistas pelos direitos femininos. Foi o caso de Jing Xion, de uma organização não governamental de proteção das mulheres: "Mais uma vez, as soluções continuam a girar em torno dos homens. É extremamente ridículo. O professor Zuoshi ignora desejos e direitos das mulheres e classifica-as como ferramentas para satisfazer as necessidades masculinas. Basicamente, está a defender a discriminação de género".

O economista já respondeu: "Imoral para mim é deixarmos que 30 milhões de homens vivam sem mulheres e sem esperança. São esses homens que podem cometer violações, crimes e terrorismo. Isso é moral para vocês?"
http://www.jn.pt/mundo/mundo-insolito/interior/economista-sugere-que-chineses-pobres-partilhem-mulheres-4854130.html

« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:40:25 am por lisboeta08 »
 

pedrokacete

Actualidades ? Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #48 em: Dezembro 01, 2015, 04:08:43 pm »
[size=200]Os chocalhos já são Património da Humanidade [/size]





A arte chocalheira já é Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente,
título atribuído pela UNESCO ? Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Candidatura foi aprovada em poucos minutos, sem qualquer objecção.
A decisão foi anunciada às 14h20 (hora de Lisboa) desta terça-feira, dia 1º de dezembro de 2015,
pelo Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património da UNESCO.

http://www.publico.pt/culturaipsilon/no ... de-1716102
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #49 em: Dezembro 12, 2015, 07:40:19 pm »
Como se arma o Estado Islâmico

Facas, uma corda, pregos e martelo, gasolina e um isqueiro ou um cartucho de dinamite são tudo o que o Estado Islâmico necessita para matar de forma violenta e moralmente degradante, mas criando um impacto visual forte - é também tudo o que o grupo conhecido por ISIS, ISIL ou Daesh precisa para impor uma campanha mediática e uma marca de terror que o torna distinto de todos os combatentes que lutam pelos territórios e matérias-primas do Iraque e da Síria. Mas se essa é a matéria de que se alimenta a propaganda do grupo, conquistar e segurar território exige-lhe outro tipo de artefactos de guerra - e aqui entra a questão do armamento, do ligeiro ao mais pesado, do municiamento e das vias para o obter. É sobre este último ponto - como chegou o Estado Islâmico a munir-se de um arsenal tão letal - que a Amnistia Internacional acaba de libertar um relatório: Taking Stock: The arming of Islamic State.

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/como-se-arma-o-estado-islamico_es879655
« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:40:41 am por lisboeta08 »
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #50 em: Dezembro 13, 2015, 08:13:24 am »
Máfia chinesa fornecia Zara e Desigual a partir de Barcelona

Há 363 marcas implicadas no esquema piramidal descoberto em 2009

Parte das roupas à venda, até 2009, nas prateleiras de algumas das grandes cadeias de moda espanholas, como a Inditex e o El Corte Inglés, foram fabricadas pela máfia chinesa a partir de instalações clandestinas nos arredores de Barcelona. A revelação é do El País, que teve acesso ao relatório judicial da Operação Wei, que pôs a nu uma teia de subempreiteiros, em que cerca de meio milhar de chineses, na sua maioria em situação irregular, eram obrigados a trabalhar em condições de quase escravatura.

Nessas fábricas clandestinas eram confecionadas roupas para 363 marcas e retalhistas, entre elas empresas que estão no top da moda mundial como Desigual, Punt Roma ou Cortefiel.

Os grandes grupos não contratavam diretamente estas fábricas clandestinas e desconheciam a situação. A Cortefiel garantiu aos investidores que as empresas encarregues de produzir os lotes encontrados "tinham assinado o nosso código de conduta". A francesa Kiabi escreveu que "nos contratos proibimos expressamente os trabalhos forçados" e a Festa Moda alegou o seu "profundo desconhecimento" da situação.

Mas se as marcas não sabiam de nada, como funcionava a operação? A relação com a máfia chinesa foi cosida através de um esquema em pirâmide, em cascata - as empresas espanholas faziam as encomendas a fornecedores nacionais e os intermediários, afinal, desviavam a produção para as pequenas fábricas clandestinas.

As cadeias espanholas subcontratavam para "adaptar a produção às mudanças na procura". As condições eram claras para os fornecedores: teriam de ser espanhóis e com todas as formalidades em dia. Mas os "prazos eram curtos" e os "pedidos muito frequentes". As exigências obrigavam a mão-de-obra extra com cada vez mais frequência, explica o sumário do processo da investigação. Era aqui que entrava o negócio de intermediários da confeção... e a máfia chinesa.

Um dos casos envolve a Intexetis, que fornece vestuário para os grupos El Corte Inglés e Inditex. Terá contratado uma outra empresa, a Josmigmar, que, por sua vez, terá cedido, "sem autorização", entre 500 e 800 unidades\" a uma companhia chinesa, a Jiaem Wang.

Os fornecedores da Catalunha recorriam com frequência a este tipo de empresas. "Aparentavam estar legais." Tinham licença e pagavam todos os impostos. Os intermediários repartiam, depois, as encomendas pelas várias fábricas, permitindo reduzir substancialmente os custos e embolsando os lucros. As ligações entre várias fábricas, todas em Mataró, na região de Barcelona, o bastião da indústria têxtil catalã, facilitavam a movimentação dos materiais e dos próprios trabalhadores. A situação de clandestinidade destas fábricas ficava "escondida, em parte" por detrás destes intermediários.

O esquema foi descoberto em junho de 2009 pela polícia catalã em 72 armazéns. Operação que envolveu 750 operacionais, incluindo 300 investigadores. Além das máquinas e das roupas, a polícia encontrou uma "enorme quantidade de etiquetas" de grandes marcas. E não eram simples falsificações - os códigos de barras permitiram seguir o rasto das encomendas e chegar aos clientes finais, "grupos comerciais da indústria têxtil, de notória relevância em mercados nacionais e internacionais". Os investigadores destacam etiquetas de marcas do El Corte Inglés - Easy Wear, Fórmula Joven ou Hipercor - e da Inditex, a holding das conhecidas lojas Zara, Stradivarius, Bershka, Lefties e Pull&Bear.

A polícia encontrou mais de 400 pessoas nestas pequenas fábricas clandestinas. Trabalhavam de segunda a domingo, sem feriados e durante 15 horas. Nas épocas de maior trabalho, cosiam até às três da manhã, dormiam quatro horas e voltavam para as máquinas. Dormiam em sótãos e comiam esparguete e arroz. Não havia janelas nem condições de higiene. E, por isto, ganhavam 25 euros ao dia, que serviam, em boa parte, para pagar a dívida "contraída com a organização que os tinha trazido da China".

Dos 77 detidos inicialmente na Operação Wei, só três donos de fábricas clandestinas foram condenados, na semana passada, a três anos e meio de prisão pelo crime de exploração laboral. A razão foi a dificuldade em encontrar testemunhas.
http://www.dn.pt/sociedade/interior/maf ... 27368.html

« Última modificação: Janeiro 02, 2017, 04:31:30 am por lisboeta08 »
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #51 em: Dezembro 24, 2015, 10:05:34 pm »
Entrevista de trabalho? Faça 4 perguntas

A maioria das entrevistas de trabalho estão formatadas de forma que o candidato apenas responde a perguntas - sobre as suas capacidades, a sua carreira, os seus fortes e fracos pessoais e profissionais. Mas é natural que tenha dúvidas sobre a empresa e o que esperam de si. Perguntar não faz mal nenhum - pelo contrário, até ajuda a distingui-lo dos demais candidatos, garante Jeff Haden, colunista da Inc. Magazine.

Estas são a quatro perguntas que os melhores candidatos não deixam de fazer numa entrevista de trabalho. - Veja mais em:

1. O que esperam de mim nos primeiros 3 meses?
Um bom profissional não quer passar semanas a descobrir a empresa e os métodos de funcionamento da casa, mas antes deitar mãos à obra e mostrar o que vale logo desde o primeiro momento. Tente perceber exatamente o que esperam de si.
2. Quais são as principais qualidades dos melhores empregados?
É um desejo legítimo querer permanecer na empresa e ter um futuro. Mas para isso convém que saiba quais são os aspetos mais valorizados dentro de uma organização – trabalhar sem horários, conseguir angariar mais clientes, sugerir novos projetos, etc. -, para que possa concentrar-se neles, em vez de desperdiça energia em coisas a que mais ninguém dá valor.
3. O que é que realmente pode fazer a diferença na empresa?
Há uma distinção entre aquilo que lhe pedem e os resultados que esperam de si. Por exemplo, os Recursos Humanos têm a missão de contratar para preencher lugares disponíveis, mas não precisa apenas de encher cadeiras. Têm de escolher os mais aptos, aqueles que levarão a empresa a novos sucessos. Aos técnicos, pede-se que resolvam problemas, mas o que realmente se espera é que, além disso, identifiquem novas soluções capazes de aumentar a eficácia. Saber o que de facto esperam de si vai ajudá-lo a concentrar-se nos resultados.
4. Como lidaria com…?
É natural preocupar-se e querer saber como o seu futuro empregador pensa e reage em situações específicas, como um aumento da agressividade da concorrência ou a subida de preços dos materiais essenciais à indústria em que se insere a empresa. Perguntar quais são as políticas seguidas ajuda-lo-á também a definir a personalidade dos gestores e da empresa a que se candidata.

https://www.dinheirovivo.pt/carreiras/entrevista-de-trabalho-faca-4-perguntas/
« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:40:55 am por lisboeta08 »
 

pedrokacete

Actualidades ? Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #52 em: Janeiro 16, 2016, 11:00:49 am »
[size=150]Metro de Arroios[/size] fecha nas horas de ponta em Fevereiro
PCP questiona Governo sobre incapacidade do cais da estação
para receber composições de seis carruagens.
https://www.publico.pt/local/noticia/me ... ta-1720344

Decisão GRAVE que vai afectar grande parte dos Tlovers Lisboetas
que vão deixar de poder visitar as Tgatas da zona ( na hora de ponta ).  :lol:
 

Actualidades ? Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #53 em: Janeiro 16, 2016, 08:41:28 pm »
Citação de: \"pedrokacete\"
[size=150]Metro de Arroios[/size] fecha nas horas de ponta em Fevereiro
PCP questiona Governo sobre incapacidade do cais da estação
para receber composições de seis carruagens.
https://www.publico.pt/local/noticia/me ... ta-1720344
Decisão GRAVE que vai afectar grande parte dos Tlovers Lisboetas
que vão deixar de poder visitar as Tgatas da zona ( na hora de ponta ).  :lol:

Olha que a mim isto afecta-me! não dá jeito assim ir ter com as meninas para tirar o stress do trabalho  :lol:
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #54 em: Fevereiro 21, 2016, 02:52:47 pm »
TDT vai voltar a mudar. Adeus canal 56 (e algumas antenas também)

A maioria das frequências hoje usadas para a TDT vão passar a ser usadas para o lançamento das redes de 5G. A ITU já decidiu; a Comissão Europeia recomendou; e a Anacom concorda. As frequências da TDT vão ter de mudar até 2022



A Comissão Europeia propôs o uso da faixa de frequências entre os 694MHz e os 790MHz para a quinta geração de redes móveis (5G). A recomendação, que só não seguirá em frente se for alvo de um improvável chumbo no Parlamento Europeu, tem o ano de 2020 como prazo fixado... mas a Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) admite que, devido aos prazos de transposição, a mudança de frequências possa ser levada a cabo até junho de 2022. Com esta recomendação, já não restam dúvidas: As transmissões da Televisão Digital Terrestre (TDT) vão ter mesmo de mudar de frequências na larga maioria dos casos. Os consumidores terão de ressintonizar o sinal nas boxes, e nalguns casos, será necessário substituir antenas que estão nos telhados.

A TDT arrancou em Portugal continental com transmissões no Canal 56 (que ocupa a faixa dos 750MHz aos 758 MHz). Na Madeira, foi adotado o canal 54 (734-742 MHz) e, nos Açores, são usados vários canais 47, 48, 49, 55, e 56 (várias faixas entre os 678 MHz aos 758 MHZ). Com a recomendação da Comissão Europeia, o canal usado inicialmente para a TDT no território continental terá de ser abandonado em definitivo. E o mesmo sucede com o canal usado na Madeira. Nos Açores, tudo depende das frequências usadas: as povoações que usam os canais 49, 55, e 56 terão de passar a recorrer a outros canais, uma vez que estas frequências vão passar a ser usadas na 5G. As populações que usam frequências abaixo dos 694 MHz não terão de fazer esta migração de canal.

No território do Continente, as transmissões da TDT estiveram envoltas em queixas e polémica desde o início ? e por isso a Anacom decidiu proceder a alterações na arquitetura da rede que a PT, enquanto empresa que garante a concessão das transmissões da TDT, implementou no terreno. «A rede já está a evoluir para uma rede MFN (rede de frequência múltipla) na sequência da decisão da Anacom de Maio de 2013 que estabelecia que, se existissem problemas na rede SFN (rede de frequência única), a PT tinha que avançar para uma rede MFN para resolver esses problemas», refere a Anacom num e-mail enviado para a Exame Informática.

A Anacom já estava de sobreaviso para a mudança de frequências: em novembro, numa reunião há muito agendada para Genebra, os representantes de vários países (e da Comissão Europeia) confirmaram que a 5G iria usar as frequências entre os 694MHz e os 790MHz. A Anacom confirma que concorda com a escolha desta faixa de frequências ? e recorda que já haveria planos para libertar os 694-790MHz quando chegasse a hora de proceder ao denominado «dividendo digital 2», que tem por objetivo atribuir frequências anteriormente usadas em transmissões TV para as novas gerações de redes móveis.

Atualmente, o canal 56 ainda domina largamente as transmissões de TDT no continente ? mas já começaram a ser levadas a cabo transmissões de TDT nos canais 40, 42, 45, 46 , 47, 48 e 49. Nas zonas que usam canais abaixo dos 694MHz não será necessário usar frequências alternativas, mas as transmissões nos canais 56 e 49 (a faixa 694-702 MHz, que já foi aplicada depois das queixas quanto à qualidade das transmissões) terão de mudar de frequências.

Luís Correia, investigador do INESC e especialista em comunicações hertzianas, também não tem muitas dúvidas de que a 5G vai mesmo usar as frequências que, até aos dias de hoje, têm sido usadas pela TDT. «
« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:41:09 am por lisboeta08 »
 

pedrokacete

Actualidades ? Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #55 em: Abril 01, 2016, 01:42:00 pm »
[size=150]NOTÍCIA DE ULTIMA HORA : PONTE 25 DE ABRIL VAI MUDAR DE NOME[/size]

Já foi conhecida por Ponte Salazar e actualmente todos a conhecemos por Ponte 25 de Abril, embora o seu nome oficial
continue a ser Ponte sobre o Tejo. No entanto, o governo acaba de aprovar a mudança do nome oficial.
Com o intuito de desfazer a confusão, o governo de António Costa optou por um nome completamente diferente dos 3 acima citados.
Assim sendo, [size=150]a partir de hoje, a ponte irá chamar-se oficialmente ?Ponte Padeira de Aljubarrota?.[/size]

Ao que tudo indica, terá sido o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa a escolher o nome. Para Marcelo, o nome ?Padeira de Aljubarrota?
alude não só ao espírito patriótico que sempre caracterizou o povo português mas é também uma homenagem às mulheres deste país.
Além disso, segundo as próprias palavras do Presidente, é também uma símbolo de afecto, aludindo ao especial carinho com que a Padeira
de Aljubarrota tratou os espanhóis que encontrou no forno.

António Costa não pareceu muito satisfeito com a escolha de Marcelo mas acabou por aceitar para não criar uma crise institucional.
Ao que tudo indica, o primeiro ministro preferia que a ponte se chamasse ?Ponte das Esquerdas?, ideia também defendida por
Catarina Martins. Pedro Passos Coelho não sugeriu qualquer nome, mas alguns rumores indicam que o seu preferido seria ?Ponte Merkel?.
Já Jerónimo de Sousa mostrou algumas reticências em alinhar nesta posição e preferia que se chamasse ?Ponte dos trabalhadores e do povo\".
Assunção Cristas, do CDS, ainda sugeriu que se chamasse ?Ponte para o Além?, mas a ideia foi abandonada após protestos dos habitantes
de Almada, que alegavam que o Além era em Lisboa.

http://ncultura.pt/ultima-hora-governo- ... -de-abril/
 

Actualidades ? Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #56 em: Abril 03, 2016, 10:58:45 am »
Citação de: \"pedrokacete\"
[size=150]NOTÍCIA DE ULTIMA HORA : PONTE 25 DE ABRIL VAI MUDAR DE NOME[/size]

Já foi conhecida por Ponte Salazar e actualmente todos a conhecemos por Ponte 25 de Abril, embora o seu nome oficial
continue a ser Ponte sobre o Tejo. No entanto, o governo acaba de aprovar a mudança do nome oficial.
Com o intuito de desfazer a confusão, o governo de António Costa optou por um nome completamente diferente dos 3 acima citados.
Assim sendo, [size=150]a partir de hoje, a ponte irá chamar-se oficialmente ?Ponte Padeira de Aljubarrota?.[/size]

Ao que tudo indica, terá sido o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa a escolher o nome. Para Marcelo, o nome ?Padeira de Aljubarrota?
alude não só ao espírito patriótico que sempre caracterizou o povo português mas é também uma homenagem às mulheres deste país.
Além disso, segundo as próprias palavras do Presidente, é também uma símbolo de afecto, aludindo ao especial carinho com que a Padeira
de Aljubarrota tratou os espanhóis que encontrou no forno.

António Costa não pareceu muito satisfeito com a escolha de Marcelo mas acabou por aceitar para não criar uma crise institucional.
Ao que tudo indica, o primeiro ministro preferia que a ponte se chamasse ?Ponte das Esquerdas?, ideia também defendida por
Catarina Martins. Pedro Passos Coelho não sugeriu qualquer nome, mas alguns rumores indicam que o seu preferido seria ?Ponte Merkel?.
Já Jerónimo de Sousa mostrou algumas reticências em alinhar nesta posição e preferia que se chamasse ?Ponte dos trabalhadores e do povo\".
Assunção Cristas, do CDS, ainda sugeriu que se chamasse ?Ponte para o Além?, mas a ideia foi abandonada após protestos dos habitantes
de Almada, que alegavam que o Além era em Lisboa.

http://ncultura.pt/ultima-hora-governo- ... -de-abril/

April Foll´s day!

Mas fora de mentiras há por aí muito boa gente que apoiava de alto e em bom pé não uma mudança de nome, mas um regresso ao nome original...
'Fuck you, fuck you, and especially fuck you!'
 

pedrokacete

Actualidades ? Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #57 em: Abril 03, 2016, 04:48:40 pm »
Estava a ver que ninguém reparava ...
andam todos distraídos com as Tgatas ? ? ?  ;)
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #58 em: Junho 29, 2016, 08:42:02 pm »
A vida e as mentiras dos burlões profissionais

João vendia casas de luxo que não eram dele. José fingiu ser piloto para seduzir e enganar mulheres. Rui assumiu-se como advogado do PS e imitava vozes de políticos. Olga jurava ser juíza para cobrar dívidas do Estado. Todos tiveram sucesso. Mas afinal porque é que caímos nos esquemas dos burlões?

Ao abrir a carta que chegou por correio com os pagamentos de IMI das propriedades dos pais, percebeu que na lista faltava o imposto referente à moradia de luxo que a família tinha em Moledo, Caminha. Achou estranho e foi de imediato às Finanças. "Essa casa já não é vossa. Foi vendida." Ficou atordoado com o que ouviu, meteu-se no carro e acelerou para Moledo. Conhecia bem a casa, uma vez que tinha sido ele o autor do projeto de arquitetura. As chaves ainda abriam a porta e tudo parecia igual. Mas a verdade é que Paulo M. tinha nas mãos uma escritura, que entretanto conseguira arranjar, a confirmar que a casa fora comprada por uma sociedade de gestão imobiliária por 275 mil euros. O seu valor real seria, contudo, cerca de um milhão de euros, devido aos 620 metros de área construída e ao terreno de 2300 m2 onde existe uma piscina. Para encontrar uma explicação para a misteriosa venda, feita sem que os proprietários soubessem dela, seria preciso recuar alguns meses.

Em finais de 2010, um homem fez-se passar por Paulo M. e celebrou o negócio em nome dos pais. Esse homem era João Carlos Moura. Aos 33 anos, tinha como modo de vida usurpar identidades para, com vários cúmplices, vender, através de documentos falsos, imóveis de luxo desabitados que pertenciam a outras pessoas. Neste momento, João Carlos Moura está em fuga, é procurado pela Interpol e há mandados de captura em seu nome em todos os aeroportos e fronteiras. Fugiu a 27 de maio de 2015, no dia em ouviu a juíza de um tribunal de Lisboa, onde estava a ser julgado por outros casos semelhantes, condená-lo a cinco anos de prisão. Apesar de a sua advogada, Teresa Manique, ter conseguido que ficasse em domiciliária, o rapaz de olhos claros, alto e musculado cortou a pulseira eletrónica e desapareceu.

Terá tido, acredita quem o conhece, receio da sentença que lhe seria aplicada em breve neste caso da vivenda de Moledo, a julgar em Matosinhos. Foi ele quem, segundo a acusação, fingiu ser Paulo M. para vender a casa e ficar com o dinheiro. Em novembro de 2011, fez uma visita ao imóvel com o cliente, Jorge F., e contou-lhe que a moradia era dos pais e tinha sido desenhada pelo irmão, arquiteto. E ainda desvendou que a ideia inicial era que toda a família fosse para ali viver, mas que uma das suas avós, de Cascais, tinha adoecido, o que obrigou todos a irem para perto dela. O teatro correu-lhe bem e a 6 de dezembro, na Conservatória do Registo Predial de Matosinhos, foi celebrado o contrato de compra e venda. Nesse dia, João teve a companhia de um dos cúmplices, o amigo Vasco Vieira, à data com 60 anos - simulou ser o seu pai, levando documentos falsos, incluindo uma procuração da sua alegada mulher, Ilda.

Era este o esquema que João e o grupo a que pertencia usavam: identificavam imóveis valiosos e devolutos, ou onde ninguém habitava; através da morada obtinham o registo predial, pelo qual ficavam a saber o nome dos proprietários; depois, falsificavam documentos de identificação e procurações; a seguir, vendiam as casas. Nos meses seguintes à burla em Moledo, João Carlos Moura não parou. Pelo contrário. Fez-se passar por neto do dono de uma metalúrgica e proprietário de seis frações de um prédio na Penha de França, em Lisboa. Assumiu-se como intermediário legal de um casal rico de idosos que queria vender uma casa em Viana do Castelo, com vista magnífica sobre o mar. E ainda vestiu a pele de presidente do conselho de administração da Neptuno S.A., uma empresa de investimentos turísticos e imobiliários, dona de um palacete devoluto em São João do Estoril, com um valor estimado de dois milhões e meio de euros. Nos primeiros dois casos, foram feitas escrituras e os imóveis vendidos. Só a burla do palacete se complicou porque o potencial comprador desistiu.

(ver mais aqui)
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016- ... fissionais

« Última modificação: Setembro 08, 2017, 07:41:24 am por lisboeta08 »
 

Offline lisboeta08

Actualidades - Sociais_Políticas_Económicas...país/mundo
« Responder #59 em: Junho 30, 2016, 11:32:26 am »
O que fazer se lhe exigirem cópia do Cartão de Cidadão

Muito provavelmente já teve de dar fotocópias do seu Cartão de Cidadão para abrir conta num banco, matricular o filho na escola ou fechar contratos com empresas de gás ou eletricidade. Mas não terá mais de o fazer. Ceder qualquer reprodução do Cartão de Cidadão não só é proibido por lei como vai passar a ser punido com uma multa que pode ascender a 750 euros.

A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) tem salientado que, ao ceder uma Cópia do Cartão de Cidadão, não só está a dar fácil acesso ao próprio número do documento como disponibiliza automaticamente o número de contribuinte, o de Segurança Social e o de utente do Serviço Nacional de Saúde, permitindo que seja fácil usurparem-lhe a identidade.

Primeiro passo: negar
Sempre que lhe pedirem uma cópia do Cartão de Cidadão, seja onde for, deve relembrar que essa exigência é ilegal. Se continuarem a insistir, deve pedir para identificarem a lei que obriga à entrega da fotocópia. Como a maioria dos locais não lhe vai disponibilizar o acesso à lei, poderá exigir o livro de reclamações e denunciar o caso.

A cópia da denúncia deverá ser enviada para o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN). Poderá também apresentar queixa à CNPD, que tem competência para abordar as entidades envolvidas.

Tudo sobre as novas alterações ao Cartão de Cidadão:

- O prazo de validade vai mudar. Atualmente, cada Cartão de Cidadão é válido durante cinco anos e, se for emitido depois dos 65 anos, passa a ser vitalício. A nova proposta, discutida na Assembleia da República, sugere que não exista uma validade fixa, ou seja, o prazo passa a ser definido para todas as idades através de uma ?portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da modernização administrativa e da Justiça?;

- Bebés obrigados a ter Cartão de Cidadão. Terão de ter o documento logo nos primeiros dias de vida;

- Tem direito a reclamar se o Cartão de Cidadão vier com informação errada. Deve pedir um novo documento, que lhe será entregue gratuitamente;

- Pode pedir um novo número de identificação civil se mudar de sexo ou vir a sua identidade roubada. Mas atenção: só o poderá fazer se o documento estiver dentro do prazo de validade;

– É obrigatório que o Cartão de Cidadão tenha o nome próprio do titular, fotografia de rosto e número de identificação civil. Até agora, nada disto era obrigatório por lei;

– Pode usar o Portal do Cidadão para renovar ou cancelar o documento. Só não pode renovar o documento, através da Internet, duas vezes consecutivas. Antes desta proposta de lei, apenas o poderia fazer nos balcões de atendimento do Instituto de Registos e do Notariado (INR), nos balcões do INR nas Lojas do Cidadão e nos postos Consulares Portugueses;

– Associar o Cartão de Cidadão ao número de telemóvel e email. Isto também poderá ser feito através do Portal do Cidadão, onde, além disso, será possível pedir uma segunda via dos códigos de ativação, do código pessoal (PIN) e do código pessoal para desbloqueio (PUK).

http://www.delas.pt/o-que-fazer-se-lhe-exigirem-copia-do-cartao-de-cidadao/
« Última modificação: Setembro 08, 2017, 06:46:32 am por lisboeta08 »